Carteira de Crédito — SICOOB COCRED COOPERATIVA DE CRÉDITO

Instrumentos Financeiros — SICOOB COCRED COOPERATIVA DE CRÉDITO

Indicadores de qualidade de crédito (inadimplência e ativos problemáticos) e carteiras C1–C5 do relatório de instrumentos financeiros do IF.data. As carteiras são as da Res. BCB nº 309/2023, art. 16 (provisão para perda esperada da Res. CMN nº 4.966/2021), segregadas pelo tipo de instrumento e de garantia — de C1 (garantia imobiliária ou soberana) a C5 (crédito pessoal e demais operações sem garantia). Não são estágios de risco. Dados disponíveis a partir de Mar/2025.

Inadimplência

> P75 S3
R$ 388,5 mi
7,90% da carteira total

Mediana S3: 3,11% (61 instituições)

Ativos Problemáticos

> P75 S3
R$ 848,7 mi
17,25% da carteira total

Mediana S3: 4,95%

Carteira Total (Instrumentos Financeiros)

R$ 4,9 bi
82,75% sem indícios de problema

Qualidade da carteira de crédito de SICOOB COCRED COOPERATIVA DE CRÉDITO

Em Jun/2026, a carteira de crédito ativa de SICOOB COCRED COOPERATIVA DE CRÉDITO somava R$ 4,9 bi. A inadimplência (operações com parcela vencida há mais de 90 dias) era de 7,90% da carteira, R$ 388,5 mi, acima do 3º quartil do segmento S3 (mediana 3,11%; 3º quartil 6,43%). Os ativos problemáticos (atraso acima de 90 dias ou indícios de que a obrigação não será honrada, Res. CMN nº 4.557/2017) representavam 17,25%, acima do 3º quartil do segmento S3 (mediana 4,95%). A comparação usa 61 instituições do segmento S3 com dados no mesmo período.

No trimestre encerrado em Jun/2026, os ativos problemáticos aumentaram R$ 67,3 mi (+8,6%), de R$ 781,4 mi para R$ 848,7 mi. Desde Dez/2025, a variação acumulada é de +R$ 107,7 mi. A variação líquida corresponde ao saldo de entradas e saídas da Tabela CR2 do Pilar 3.

Pelas carteiras da Res. BCB nº 309/2023, a maior parcela é a C3 (recebíveis e demais garantias reais ou fidejussórias), com 49,7% do total; a C5 (crédito pessoal, consignado, CDC e demais operações sem garantia) responde por 3,2%. Pessoas físicas concentram 36,6% da carteira e pessoas jurídicas 63,4%. 38,6% das operações são prefixadas e 61,4% estão indexadas à Selic ou ao CDI.

Fonte: IF.data, Banco Central do Brasil, data-base Junho/2026. Valores em milhares de reais.

Dados de classificação de risco (AA–H) disponíveis até Dez/2024. O resumo desta instituição inclui dados até Jun/2026.

Análise de Provisionamento por Nível de Risco

Provisão mínima estimada conforme Res. CMN nº 2.682/1999 — a provisão efetiva pode ser superior ao mínimo regulatório.

Nível de Risco Valor (R$ mil) % da Carteira Provisão Mín. Provisão Estimada (R$ mil)
Nível AA R$ 774.167 15,00% 0,0%
Nível A R$ 1.381.591 26,77% 0,5% R$ 6.907,955
Nível B R$ 1.360.780 26,37% 1,0% R$ 13.607,8
Nível C R$ 957.079 18,54% 3,0% R$ 28.712,37
Nível D R$ 214.898 4,16% 10,0% R$ 21.489,8
Nível E R$ 95.009 1,84% 30,0% R$ 28.502,7
Nível F R$ 95.566 1,85% 50,0% R$ 47.783
Nível G R$ 51.188 0,99% 70,0% R$ 35.831,6
Nível H R$ 230.799 4,47% 100,0% R$ 230.799
Total da Carteira R$ 5.161.075 100,00% R$ 413.634,225

Provisão mínima conforme Res. CMN nº 2.682/1999, Art. 6º (revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 em jan/2025; aplicável aos dados até Dez/2024). Valores estimados — a provisão real pode ser superior ao mínimo regulatório.

Referência regulatória

A classificação de risco AA–H segue a Resolução CMN nº 2.682/1999 (Art. 6º — revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 a partir de jan/2025; os dados desta seção são históricos, até Dez/2024), que define os critérios de provisionamento para operações de crédito. O nível AA é o de menor risco e H o de maior risco, com provisão mínima variando de 0% (AA) a 100% (H).

A partir de Mar/2025, a Resolução CMN nº 4.966/2021 introduz a classificação por instrumentos financeiros (IFRS 9 — perda esperada), exibida na seção de Instrumentos Financeiros acima. As duas classificações coexistem durante o período de transição.

Fonte: BACEN IF.data. Código BACEN: 71328769. Valores em R$ mil.