Carteira de Crédito — COOPERATIVA DE CREDITO VALE DO ITAJAI - VIACREDI

Instrumentos Financeiros — COOPERATIVA DE CREDITO VALE DO ITAJAI - VIACREDI

Indicadores de qualidade de crédito (inadimplência e ativos problemáticos) e carteiras C1–C5 do relatório de instrumentos financeiros do IF.data. As carteiras são as da Res. BCB nº 309/2023, art. 16 (provisão para perda esperada da Res. CMN nº 4.966/2021), segregadas pelo tipo de instrumento e de garantia — de C1 (garantia imobiliária ou soberana) a C5 (crédito pessoal e demais operações sem garantia). Não são estágios de risco. Dados disponíveis a partir de Mar/2025.

Inadimplência

> mediana S3
R$ 525,8 mi
5,41% da carteira total

Mediana S3: 3,11% (61 instituições)

Ativos Problemáticos

> mediana S3
R$ 925,5 mi
9,53% da carteira total

Mediana S3: 4,95%

Carteira Total (Instrumentos Financeiros)

R$ 9,7 bi
90,47% sem indícios de problema

Qualidade da carteira de crédito de COOPERATIVA DE CREDITO VALE DO ITAJAI - VIACREDI

Em Jun/2026, a carteira de crédito ativa de COOPERATIVA DE CREDITO VALE DO ITAJAI - VIACREDI somava R$ 9,7 bi. A inadimplência (operações com parcela vencida há mais de 90 dias) era de 5,41% da carteira, R$ 525,8 mi, acima da mediana do segmento S3 (mediana 3,11%; 3º quartil 6,43%). Os ativos problemáticos (atraso acima de 90 dias ou indícios de que a obrigação não será honrada, Res. CMN nº 4.557/2017) representavam 9,53%, acima da mediana do segmento S3 (mediana 4,95%). A comparação usa 61 instituições do segmento S3 com dados no mesmo período.

No trimestre encerrado em Jun/2026, os ativos problemáticos diminuíram R$ 15,6 mi (−1,7%), de R$ 941,1 mi para R$ 925,5 mi. Desde Dez/2025, a variação acumulada é de −R$ 32,8 mi. A variação líquida corresponde ao saldo de entradas e saídas da Tabela CR2 do Pilar 3.

Pelas carteiras da Res. BCB nº 309/2023, a maior parcela é a C5 (crédito pessoal, consignado, CDC e demais operações sem garantia), com 33,1% do total. Pessoas físicas concentram 56,5% da carteira e pessoas jurídicas 43,5%. 64,0% das operações são prefixadas e 21,7% estão indexadas à Selic ou ao CDI.

Fonte: IF.data, Banco Central do Brasil, data-base Junho/2026. Valores em milhares de reais.

Dados de classificação de risco (AA–H) disponíveis até Dez/2024. O resumo desta instituição inclui dados até Jun/2026.

Análise de Provisionamento por Nível de Risco

Provisão mínima estimada conforme Res. CMN nº 2.682/1999 — a provisão efetiva pode ser superior ao mínimo regulatório.

Nível de Risco Valor (R$ mil) % da Carteira Provisão Mín. Provisão Estimada (R$ mil)
Nível AA R$ 194.608 2,18% 0,0%
Nível A R$ 4.840.106 54,17% 0,5% R$ 24.200,53
Nível B R$ 2.229.534 24,95% 1,0% R$ 22.295,34
Nível C R$ 453.572 5,08% 3,0% R$ 13.607,16
Nível D R$ 261.670 2,93% 10,0% R$ 26.167
Nível E R$ 180.392 2,02% 30,0% R$ 54.117,6
Nível F R$ 123.932 1,39% 50,0% R$ 61.966
Nível G R$ 118.596 1,33% 70,0% R$ 83.017,2
Nível H R$ 533.420 5,97% 100,0% R$ 533.420
Total da Carteira R$ 8.935.831 100,00% R$ 818.790,83

Provisão mínima conforme Res. CMN nº 2.682/1999, Art. 6º (revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 em jan/2025; aplicável aos dados até Dez/2024). Valores estimados — a provisão real pode ser superior ao mínimo regulatório.

Referência regulatória

A classificação de risco AA–H segue a Resolução CMN nº 2.682/1999 (Art. 6º — revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 a partir de jan/2025; os dados desta seção são históricos, até Dez/2024), que define os critérios de provisionamento para operações de crédito. O nível AA é o de menor risco e H o de maior risco, com provisão mínima variando de 0% (AA) a 100% (H).

A partir de Mar/2025, a Resolução CMN nº 4.966/2021 introduz a classificação por instrumentos financeiros (IFRS 9 — perda esperada), exibida na seção de Instrumentos Financeiros acima. As duas classificações coexistem durante o período de transição.

Fonte: BACEN IF.data. Código BACEN: 82639451. Valores em R$ mil.