Carteira de Crédito — COOPERATIVA DE CRÉDITO UNICRED CENTRO-SUL LTDA - UNICRED CENTRO-SUL

Instrumentos Financeiros — COOPERATIVA DE CRÉDITO UNICRED CENTRO-SUL LTDA - UNICRED CENTRO-SUL

Indicadores de qualidade de crédito (inadimplência e ativos problemáticos) e carteiras C1–C5 do relatório de instrumentos financeiros do IF.data. As carteiras são as da Res. BCB nº 309/2023, art. 16 (provisão para perda esperada da Res. CMN nº 4.966/2021), segregadas pelo tipo de instrumento e de garantia — de C1 (garantia imobiliária ou soberana) a C5 (crédito pessoal e demais operações sem garantia). Não são estágios de risco. Dados disponíveis a partir de Mar/2025.

Inadimplência

≤ mediana S5
R$ 35,7 mi
1,83% da carteira total

Mediana S5: 4,53% (726 instituições)

Ativos Problemáticos

≤ mediana S5
R$ 58,1 mi
2,97% da carteira total

Mediana S5: 8,33%

Carteira Total (Instrumentos Financeiros)

R$ 2 bi
97,03% sem indícios de problema

Qualidade da carteira de crédito de COOPERATIVA DE CRÉDITO UNICRED CENTRO-SUL LTDA - UNICRED CENTRO-SUL

Em Jun/2026, a carteira de crédito ativa de COOPERATIVA DE CRÉDITO UNICRED CENTRO-SUL LTDA - UNICRED CENTRO-SUL somava R$ 2 bi. A inadimplência (operações com parcela vencida há mais de 90 dias) era de 1,83% da carteira, R$ 35,7 mi, abaixo da mediana do segmento S5 (mediana 4,53%; 3º quartil 7,40%). Os ativos problemáticos (atraso acima de 90 dias ou indícios de que a obrigação não será honrada, Res. CMN nº 4.557/2017) representavam 2,97%, abaixo da mediana do segmento S5 (mediana 8,33%). A comparação usa 726 instituições do segmento S5 com dados no mesmo período.

No trimestre encerrado em Jun/2026, os ativos problemáticos diminuíram R$ 1,9 mi (−3,1%), de R$ 60 mi para R$ 58,1 mi. Desde Dez/2025, a variação acumulada é de +R$ 4,2 mi. A variação líquida corresponde ao saldo de entradas e saídas da Tabela CR2 do Pilar 3.

Pelas carteiras da Res. BCB nº 309/2023, a maior parcela é a C2 (arrendamento, hipoteca, penhor e depósitos em garantia), com 30,0% do total; a C5 (crédito pessoal, consignado, CDC e demais operações sem garantia) responde por 19,6%. Pessoas físicas concentram 43,2% da carteira e pessoas jurídicas 56,8%. 37,1% das operações são prefixadas e 56,2% estão indexadas à Selic ou ao CDI.

Fonte: IF.data, Banco Central do Brasil, data-base Junho/2026. Valores em milhares de reais.

Dados de classificação de risco (AA–H) disponíveis até Dez/2024. O resumo desta instituição inclui dados até Jun/2026.

Análise de Provisionamento por Nível de Risco

Provisão mínima estimada conforme Res. CMN nº 2.682/1999 — a provisão efetiva pode ser superior ao mínimo regulatório.

Nível de Risco Valor (R$ mil) % da Carteira Provisão Mín. Provisão Estimada (R$ mil)
Nível AA R$ 662.006 39,22% 0,0%
Nível A R$ 605.748 35,89% 0,5% R$ 3.028,74
Nível B R$ 196.269 11,63% 1,0% R$ 1.962,69
Nível C R$ 112.512 6,67% 3,0% R$ 3.375,36
Nível D R$ 54.284 3,22% 10,0% R$ 5.428,4
Nível E R$ 28.282 1,68% 30,0% R$ 8.484,6
Nível F R$ 3.503 0,21% 50,0% R$ 1.751,5
Nível G R$ 2.919 0,17% 70,0% R$ 2.043,3
Nível H R$ 22.229 1,32% 100,0% R$ 22.229
Total da Carteira R$ 1.687.751 100,00% R$ 48.303,59

Provisão mínima conforme Res. CMN nº 2.682/1999, Art. 6º (revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 em jan/2025; aplicável aos dados até Dez/2024). Valores estimados — a provisão real pode ser superior ao mínimo regulatório.

Referência regulatória

A classificação de risco AA–H segue a Resolução CMN nº 2.682/1999 (Art. 6º — revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 a partir de jan/2025; os dados desta seção são históricos, até Dez/2024), que define os critérios de provisionamento para operações de crédito. O nível AA é o de menor risco e H o de maior risco, com provisão mínima variando de 0% (AA) a 100% (H).

A partir de Mar/2025, a Resolução CMN nº 4.966/2021 introduz a classificação por instrumentos financeiros (IFRS 9 — perda esperada), exibida na seção de Instrumentos Financeiros acima. As duas classificações coexistem durante o período de transição.

Fonte: BACEN IF.data. Código BACEN: 75847. Valores em R$ mil.