Carteira de Crédito — COOPERATIVA DE CRÉDITO SUL - SICOOB SUL

Instrumentos Financeiros — COOPERATIVA DE CRÉDITO SUL - SICOOB SUL

Indicadores de qualidade de crédito (inadimplência e ativos problemáticos) e carteiras C1–C5 do relatório de instrumentos financeiros do IF.data. As carteiras são as da Res. BCB nº 309/2023, art. 16 (provisão para perda esperada da Res. CMN nº 4.966/2021), segregadas pelo tipo de instrumento e de garantia — de C1 (garantia imobiliária ou soberana) a C5 (crédito pessoal e demais operações sem garantia). Não são estágios de risco. Dados disponíveis a partir de Mar/2025.

Inadimplência

≤ mediana S5
R$ 61,1 mi
3,56% da carteira total

Mediana S5: 4,53% (726 instituições)

Ativos Problemáticos

≤ mediana S5
R$ 142,1 mi
8,27% da carteira total

Mediana S5: 8,33%

Carteira Total (Instrumentos Financeiros)

R$ 1,7 bi
91,73% sem indícios de problema

Qualidade da carteira de crédito de COOPERATIVA DE CRÉDITO SUL - SICOOB SUL

Em Jun/2026, a carteira de crédito ativa de COOPERATIVA DE CRÉDITO SUL - SICOOB SUL somava R$ 1,7 bi. A inadimplência (operações com parcela vencida há mais de 90 dias) era de 3,56% da carteira, R$ 61,1 mi, abaixo da mediana do segmento S5 (mediana 4,53%; 3º quartil 7,40%). Os ativos problemáticos (atraso acima de 90 dias ou indícios de que a obrigação não será honrada, Res. CMN nº 4.557/2017) representavam 8,27%, abaixo da mediana do segmento S5 (mediana 8,33%). A comparação usa 726 instituições do segmento S5 com dados no mesmo período.

No trimestre encerrado em Jun/2026, os ativos problemáticos aumentaram R$ 42 mi (+42,0%), de R$ 100,1 mi para R$ 142,1 mi. Desde Dez/2025, a variação acumulada é de +R$ 47,8 mi. A variação líquida corresponde ao saldo de entradas e saídas da Tabela CR2 do Pilar 3.

Pelas carteiras da Res. BCB nº 309/2023, a maior parcela é a C1 (garantia imobiliária ou soberana), com 36,6% do total; a C5 (crédito pessoal, consignado, CDC e demais operações sem garantia) responde por 3,1%. Pessoas físicas concentram 23,3% da carteira e pessoas jurídicas 76,7%. 40,8% das operações são prefixadas e 59,2% estão indexadas à Selic ou ao CDI.

Fonte: IF.data, Banco Central do Brasil, data-base Junho/2026. Valores em milhares de reais.

Dados de classificação de risco (AA–H) disponíveis até Dez/2024. O resumo desta instituição inclui dados até Jun/2026.

Análise de Provisionamento por Nível de Risco

Provisão mínima estimada conforme Res. CMN nº 2.682/1999 — a provisão efetiva pode ser superior ao mínimo regulatório.

Nível de Risco Valor (R$ mil) % da Carteira Provisão Mín. Provisão Estimada (R$ mil)
Nível AA R$ 127.515 11,71% 0,0%
Nível A R$ 314.850 28,91% 0,5% R$ 1.574,25
Nível B R$ 353.382 32,45% 1,0% R$ 3.533,82
Nível C R$ 217.895 20,01% 3,0% R$ 6.536,85
Nível D R$ 24.087 2,21% 10,0% R$ 2.408,7
Nível E R$ 26.820 2,46% 30,0% R$ 8.046
Nível F R$ 6.376 0,59% 50,0% R$ 3.188
Nível G R$ 6.475 0,59% 70,0% R$ 4.532,5
Nível H R$ 11.623 1,07% 100,0% R$ 11.623
Total da Carteira R$ 1.089.023 100,00% R$ 41.443,12

Provisão mínima conforme Res. CMN nº 2.682/1999, Art. 6º (revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 em jan/2025; aplicável aos dados até Dez/2024). Valores estimados — a provisão real pode ser superior ao mínimo regulatório.

Referência regulatória

A classificação de risco AA–H segue a Resolução CMN nº 2.682/1999 (Art. 6º — revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 a partir de jan/2025; os dados desta seção são históricos, até Dez/2024), que define os critérios de provisionamento para operações de crédito. O nível AA é o de menor risco e H o de maior risco, com provisão mínima variando de 0% (AA) a 100% (H).

A partir de Mar/2025, a Resolução CMN nº 4.966/2021 introduz a classificação por instrumentos financeiros (IFRS 9 — perda esperada), exibida na seção de Instrumentos Financeiros acima. As duas classificações coexistem durante o período de transição.

Fonte: BACEN IF.data. Código BACEN: 5888589. Valores em R$ mil.