Carteira de Crédito — COOPERATIVA DE CRÉDITO - SICREDI EXPANSÃO

Instrumentos Financeiros — COOPERATIVA DE CRÉDITO - SICREDI EXPANSÃO

Indicadores de qualidade de crédito (inadimplência e ativos problemáticos) e carteiras C1–C5 do relatório de instrumentos financeiros do IF.data. As carteiras são as da Res. BCB nº 309/2023, art. 16 (provisão para perda esperada da Res. CMN nº 4.966/2021), segregadas pelo tipo de instrumento e de garantia — de C1 (garantia imobiliária ou soberana) a C5 (crédito pessoal e demais operações sem garantia). Não são estágios de risco. Dados disponíveis a partir de Mar/2025.

Inadimplência

≤ mediana S4
R$ 41,5 mi
3,11% da carteira total

Mediana S4: 4,64% (252 instituições)

Ativos Problemáticos

≤ mediana S4
R$ 66,7 mi
5,01% da carteira total

Mediana S4: 7,34%

Carteira Total (Instrumentos Financeiros)

R$ 1,3 bi
94,99% sem indícios de problema

Qualidade da carteira de crédito de COOPERATIVA DE CRÉDITO - SICREDI EXPANSÃO

Em Jun/2026, a carteira de crédito ativa de COOPERATIVA DE CRÉDITO - SICREDI EXPANSÃO somava R$ 1,3 bi. A inadimplência (operações com parcela vencida há mais de 90 dias) era de 3,11% da carteira, R$ 41,5 mi, abaixo da mediana do segmento S4 (mediana 4,64%; 3º quartil 7,92%). Os ativos problemáticos (atraso acima de 90 dias ou indícios de que a obrigação não será honrada, Res. CMN nº 4.557/2017) representavam 5,01%, abaixo da mediana do segmento S4 (mediana 7,34%). A comparação usa 252 instituições do segmento S4 com dados no mesmo período.

No trimestre encerrado em Jun/2026, os ativos problemáticos aumentaram R$ 6,5 mi (+10,8%), de R$ 60,2 mi para R$ 66,7 mi. Desde Dez/2025, a variação acumulada é de −R$ 1,5 mi. A variação líquida corresponde ao saldo de entradas e saídas da Tabela CR2 do Pilar 3.

Pelas carteiras da Res. BCB nº 309/2023, a maior parcela é a C5 (crédito pessoal, consignado, CDC e demais operações sem garantia), com 47,9% do total. Pessoas físicas concentram 61,1% da carteira e pessoas jurídicas 38,9%. 76,7% das operações são prefixadas e 22,5% estão indexadas à Selic ou ao CDI.

Fonte: IF.data, Banco Central do Brasil, data-base Junho/2026. Valores em milhares de reais.

Dados de classificação de risco (AA–H) disponíveis até Dez/2024. O resumo desta instituição inclui dados até Jun/2026.

Análise de Provisionamento por Nível de Risco

Provisão mínima estimada conforme Res. CMN nº 2.682/1999 — a provisão efetiva pode ser superior ao mínimo regulatório.

Nível de Risco Valor (R$ mil) % da Carteira Provisão Mín. Provisão Estimada (R$ mil)
Nível AA R$ 10.459 0,91% 0,0%
Nível A R$ 772.225 67,26% 0,5% R$ 3.861,125
Nível B R$ 154.502 13,46% 1,0% R$ 1.545,02
Nível C R$ 122.715 10,69% 3,0% R$ 3.681,45
Nível D R$ 27.067 2,36% 10,0% R$ 2.706,7
Nível E R$ 14.530 1,27% 30,0% R$ 4.359
Nível F R$ 6.468 0,56% 50,0% R$ 3.234
Nível G R$ 13.061 1,14% 70,0% R$ 9.142,7
Nível H R$ 27.052 2,36% 100,0% R$ 27.052
Total da Carteira R$ 1.148.081 100,00% R$ 55.581,995

Provisão mínima conforme Res. CMN nº 2.682/1999, Art. 6º (revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 em jan/2025; aplicável aos dados até Dez/2024). Valores estimados — a provisão real pode ser superior ao mínimo regulatório.

Referência regulatória

A classificação de risco AA–H segue a Resolução CMN nº 2.682/1999 (Art. 6º — revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 a partir de jan/2025; os dados desta seção são históricos, até Dez/2024), que define os critérios de provisionamento para operações de crédito. O nível AA é o de menor risco e H o de maior risco, com provisão mínima variando de 0% (AA) a 100% (H).

A partir de Mar/2025, a Resolução CMN nº 4.966/2021 introduz a classificação por instrumentos financeiros (IFRS 9 — perda esperada), exibida na seção de Instrumentos Financeiros acima. As duas classificações coexistem durante o período de transição.

Fonte: BACEN IF.data. Código BACEN: 41180092. Valores em R$ mil.