Carteira de Crédito — COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE E LIVRE ADMISSÃO DO SUL DE MINAS LTDA

Instrumentos Financeiros — COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE E LIVRE ADMISSÃO DO SUL DE MINAS LTDA

Indicadores de qualidade de crédito (inadimplência e ativos problemáticos) e carteiras C1–C5 do relatório de instrumentos financeiros do IF.data. As carteiras são as da Res. BCB nº 309/2023, art. 16 (provisão para perda esperada da Res. CMN nº 4.966/2021), segregadas pelo tipo de instrumento e de garantia — de C1 (garantia imobiliária ou soberana) a C5 (crédito pessoal e demais operações sem garantia). Não são estágios de risco. Dados disponíveis a partir de Mar/2025.

Inadimplência

≤ mediana S5
R$ 3,4 mi
2,28% da carteira total

Mediana S5: 4,53% (726 instituições)

Ativos Problemáticos

≤ mediana S5
R$ 6,2 mi
4,12% da carteira total

Mediana S5: 8,33%

Carteira Total (Instrumentos Financeiros)

R$ 149,7 mi
95,88% sem indícios de problema

Qualidade da carteira de crédito de COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE E LIVRE ADMISSÃO DO SUL DE MINAS LTDA

Em Jun/2026, a carteira de crédito ativa de COOPERATIVA DE CRÉDITO DOS PROFISSIONAIS DA SAÚDE E LIVRE ADMISSÃO DO SUL DE MINAS LTDA somava R$ 149,7 mi. A inadimplência (operações com parcela vencida há mais de 90 dias) era de 2,28% da carteira, R$ 3,4 mi, abaixo da mediana do segmento S5 (mediana 4,53%; 3º quartil 7,40%). Os ativos problemáticos (atraso acima de 90 dias ou indícios de que a obrigação não será honrada, Res. CMN nº 4.557/2017) representavam 4,12%, abaixo da mediana do segmento S5 (mediana 8,33%). A comparação usa 726 instituições do segmento S5 com dados no mesmo período.

No trimestre encerrado em Jun/2026, os ativos problemáticos diminuíram R$ 3,8 mi (−38,2%), de R$ 10 mi para R$ 6,2 mi. Desde Dez/2025, a variação acumulada é de −R$ 3,8 mi. A variação líquida corresponde ao saldo de entradas e saídas da Tabela CR2 do Pilar 3.

Pelas carteiras da Res. BCB nº 309/2023, a maior parcela é a C5 (crédito pessoal, consignado, CDC e demais operações sem garantia), com 33,7% do total. Pessoas físicas concentram 75,7% da carteira e pessoas jurídicas 24,3%. 70,3% das operações são prefixadas e 29,7% estão indexadas à Selic ou ao CDI.

Fonte: IF.data, Banco Central do Brasil, data-base Junho/2026. Valores em milhares de reais.

Dados de classificação de risco (AA–H) disponíveis até Dez/2024. O resumo desta instituição inclui dados até Jun/2026.

Análise de Provisionamento por Nível de Risco

Provisão mínima estimada conforme Res. CMN nº 2.682/1999 — a provisão efetiva pode ser superior ao mínimo regulatório.

Nível de Risco Valor (R$ mil) % da Carteira Provisão Mín. Provisão Estimada (R$ mil)
Nível AA R$ 51.606 36,74% 0,0%
Nível A R$ 30.879 21,98% 0,5% R$ 154,395
Nível B R$ 20.775 14,79% 1,0% R$ 207,75
Nível C R$ 17.228 12,26% 3,0% R$ 516,84
Nível D R$ 13.821 9,84% 10,0% R$ 1.382,1
Nível E R$ 2.704 1,92% 30,0% R$ 811,2
Nível F R$ 555 0,40% 50,0% R$ 277,5
Nível G R$ 500 0,36% 70,0% R$ 350
Nível H R$ 2.403 1,71% 100,0% R$ 2.403
Total da Carteira R$ 140.472 100,00% R$ 6.102,785

Provisão mínima conforme Res. CMN nº 2.682/1999, Art. 6º (revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 em jan/2025; aplicável aos dados até Dez/2024). Valores estimados — a provisão real pode ser superior ao mínimo regulatório.

Referência regulatória

A classificação de risco AA–H segue a Resolução CMN nº 2.682/1999 (Art. 6º — revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 a partir de jan/2025; os dados desta seção são históricos, até Dez/2024), que define os critérios de provisionamento para operações de crédito. O nível AA é o de menor risco e H o de maior risco, com provisão mínima variando de 0% (AA) a 100% (H).

A partir de Mar/2025, a Resolução CMN nº 4.966/2021 introduz a classificação por instrumentos financeiros (IFRS 9 — perda esperada), exibida na seção de Instrumentos Financeiros acima. As duas classificações coexistem durante o período de transição.

Fonte: BACEN IF.data. Código BACEN: 71418784. Valores em R$ mil.