Carteira de Crédito — COOPERATIVA DE CREDITO CREDICITRUS

Instrumentos Financeiros — COOPERATIVA DE CREDITO CREDICITRUS

Indicadores de qualidade de crédito (inadimplência e ativos problemáticos) e carteiras C1–C5 do relatório de instrumentos financeiros do IF.data. As carteiras são as da Res. BCB nº 309/2023, art. 16 (provisão para perda esperada da Res. CMN nº 4.966/2021), segregadas pelo tipo de instrumento e de garantia — de C1 (garantia imobiliária ou soberana) a C5 (crédito pessoal e demais operações sem garantia). Não são estágios de risco. Dados disponíveis a partir de Mar/2025.

Inadimplência

> mediana S3
R$ 425,4 mi
6,37% da carteira total

Mediana S3: 3,11% (61 instituições)

Ativos Problemáticos

> P75 S3
R$ 744,8 mi
11,16% da carteira total

Mediana S3: 4,95%

Carteira Total (Instrumentos Financeiros)

R$ 6,7 bi
88,84% sem indícios de problema

Qualidade da carteira de crédito de COOPERATIVA DE CREDITO CREDICITRUS

Em Jun/2026, a carteira de crédito ativa de COOPERATIVA DE CREDITO CREDICITRUS somava R$ 6,7 bi. A inadimplência (operações com parcela vencida há mais de 90 dias) era de 6,37% da carteira, R$ 425,4 mi, acima da mediana do segmento S3 (mediana 3,11%; 3º quartil 6,43%). Os ativos problemáticos (atraso acima de 90 dias ou indícios de que a obrigação não será honrada, Res. CMN nº 4.557/2017) representavam 11,16%, acima do 3º quartil do segmento S3 (mediana 4,95%). A comparação usa 61 instituições do segmento S3 com dados no mesmo período.

No trimestre encerrado em Jun/2026, os ativos problemáticos aumentaram R$ 39,3 mi (+5,6%), de R$ 705,4 mi para R$ 744,8 mi. Desde Dez/2025, a variação acumulada é de +R$ 129,8 mi. A variação líquida corresponde ao saldo de entradas e saídas da Tabela CR2 do Pilar 3.

Pelas carteiras da Res. BCB nº 309/2023, a maior parcela é a C3 (recebíveis e demais garantias reais ou fidejussórias), com 54,5% do total; a C5 (crédito pessoal, consignado, CDC e demais operações sem garantia) responde por 3,0%. Pessoas físicas concentram 73,3% da carteira e pessoas jurídicas 26,7%. 55,6% das operações são prefixadas e 44,4% estão indexadas à Selic ou ao CDI.

Fonte: IF.data, Banco Central do Brasil, data-base Junho/2026. Valores em milhares de reais.

Dados de classificação de risco (AA–H) disponíveis até Dez/2024. O resumo desta instituição inclui dados até Jun/2026.

Análise de Provisionamento por Nível de Risco

Provisão mínima estimada conforme Res. CMN nº 2.682/1999 — a provisão efetiva pode ser superior ao mínimo regulatório.

Nível de Risco Valor (R$ mil) % da Carteira Provisão Mín. Provisão Estimada (R$ mil)
Nível AA R$ 1.818.054 27,84% 0,0%
Nível A R$ 2.500.738 38,30% 0,5% R$ 12.503,69
Nível B R$ 1.092.063 16,73% 1,0% R$ 10.920,63
Nível C R$ 580.673 8,89% 3,0% R$ 17.420,19
Nível D R$ 154.514 2,37% 10,0% R$ 15.451,4
Nível E R$ 72.621 1,11% 30,0% R$ 21.786,3
Nível F R$ 52.293 0,80% 50,0% R$ 26.146,5
Nível G R$ 67.968 1,04% 70,0% R$ 47.577,6
Nível H R$ 190.399 2,92% 100,0% R$ 190.399
Total da Carteira R$ 6.529.323 100,00% R$ 342.205,31

Provisão mínima conforme Res. CMN nº 2.682/1999, Art. 6º (revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 em jan/2025; aplicável aos dados até Dez/2024). Valores estimados — a provisão real pode ser superior ao mínimo regulatório.

Referência regulatória

A classificação de risco AA–H segue a Resolução CMN nº 2.682/1999 (Art. 6º — revogada pela Res. CMN nº 4.966/2021 a partir de jan/2025; os dados desta seção são históricos, até Dez/2024), que define os critérios de provisionamento para operações de crédito. O nível AA é o de menor risco e H o de maior risco, com provisão mínima variando de 0% (AA) a 100% (H).

A partir de Mar/2025, a Resolução CMN nº 4.966/2021 introduz a classificação por instrumentos financeiros (IFRS 9 — perda esperada), exibida na seção de Instrumentos Financeiros acima. As duas classificações coexistem durante o período de transição.

Fonte: BACEN IF.data. Código BACEN: 54037916. Valores em R$ mil.